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sábado, 19 de fevereiro de 2011

Saúde envia torpedos para combater a dengue


O Estado de Goiás lança projeto de envio de torpedo SMS. O objetivo é promover a prevenção e o combate ao mosquito Aedes aegypti e reforçar a estratégia de divulgação de informações para o enfrentamento da doença. As mensagens vão ser enviadas amanhã e sábado para 2 milhões de clientes Vivo, com alertas e informações que ajudem a combater a proliferação da dengue. O serviço sai de graça para os cofres públicos.

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

Ministério Publico recomenda ao município do Rio que intensifique combate à dengue

Rio de Janeiro - O Ministério Público (MP) do Rio entregou à prefeitura da capital recomendação no sentido de que os órgãos públicos intensifiquem o combate ao mosquito da dengue, exercendo o seu poder de polícia. Segundo o MP, eles devem ter acesso aos imóveis abandonados ou fechados de modo a evitar uma nova epidemia de dengue. 
De acordo com a Secretaria Estadual de Saúde, no mês de janeiro o número de casos de dengue no estado dobrou em comparação ao mesmo período de 2010. No ano passado, foram notificados 1.447 casos, enquanto que em 2011, 3.069.
Com o objetivo de acompanhar as ações de combate à dengue no Rio, a Promotoria de Justiça de Tutela Coletiva de Saúde se reuniu com representantes da Secretaria Municipal de saúde e Defesa Civil e outros órgãos, como a Secretaria Especial de Ordem Publica e a Companhia Municipal de Limpeza Urbana (Comlurb).
A preocupação com a possibilidade de uma epidemia de dengue no estado fará com que as secretarias municipal e estadual de Saúde apresentem, em audiência pública no próximo dia 21, as ações desenvolvidas tanto para o atendimento à população infectada quanto para o combate ao mosquito Aedes aegypti. 
Nesta terça-feira (8) foi registrado o primeiro caso de morte por dengue de 2011: uma menina de 9 anos, moradora de Itaboraí, que estava internada no Hospital Santa Cruz, em Niterói, desde 26 de dezembro do ano passado. Como o diagnóstico da dengue foi notificado em 31 de dezembro, o caso fará parte da estatística de óbitos causados pela doença relativa a 2010.
No município do Rio, foram confirmados até agora 1.107 casos da doença, dos quais 948 foram registrados em fevereiro. Em janeiro e fevereiro do ano passado, foram notificados, respectivamente, 113 e 176 casos. No ano inteiro, foram 3.120 casos.
Sobre a possibilidade de uma nova epidemia no Rio, o coordenador de Operações contra a Dengue do município, Marcos Ferreira, disse que o aumento nestes primeiros meses do ano já era esperado, mas que a situação está sob controle.
“Nós já esperávamos um aumento no número de casos de dengue em razão da reintrodução do vírus 1, além de ser verão, estação propícia à maior incidência do vírus. Por enquanto, a situação está sobre controle, mas nada que evite o nosso estado de alerta. Ainda há também a possibilidade da introdução da dengue do tipo 4, que não foi detectada no estado, o que pode dificultar o controle da doença e de uma possível epidemia”.   
O coordenador alertou para os riscos causados pela reintrodução do vírus do tipo 1. Ele explicou que quem tem 24 anos ou menos está mais susceptível ao vírus, uma vez que ainda não contraiu esse tipo do Aedes aegypti.
Jornal do Brasil
Ação do PSF de Passos contra a dengue é exemplo para Governo Mineiro


vanessa_queiroz_com_equipeA Secretaria de Estado da Saúde – SES – vai usar como exemplo para toda Minas Gerais uma ação que foi implementada pela Prefeitura de Passos, desde o ano passado, em que os agentes comunitários de Saúde do PSF foram envolvidos no combate à dengue. Uma equipe do canal Minas Saúde, da SES chegou na quarta-feira, 9, e permanece até sexta-feira, 11, em Passos, para captar imagens e produzir um filme e que será exibido em teleaulas para treinamento, em todo o Estado. Vanessa Queiroz, coordenadora do Programa de Saúde da Família, explicou que a Secretaria Municipal de Saúde apresentou em Uberaba, em 2010, a experiência da Prefeitura de Passos na implantação de uma “ficha de acompanhamento da dengue pelo agente comunitário de saúde”. O diretor de Atenção Básica da SES, Vagner Fulgêncio, gostou da ação inovadora e, por sua indicação, ela agora fará parte do Plano de Enfrentamento da Dengue, do Governo do Estado, através desse filme educativo, utilizado no Programa de Educação Permanente à Distância, direcionado voltado ao pessoal de Saúde. O elemento inovador criado pela Secretaria Municipal de Saúde, a ficha de acompanhamento, foi implantado no meio do ano passado, e levou em conta alguns aspectos do Plano Diretor da Saúde no Estado, como a valorização do perfil da família, as medidas que essa família têm condições de adotar por sua própria conta para enfrentar o problema, o reconhecimento dos fatores de risco da dengue (16 ao todo). Conforme Vanessa, a ficha é interativa e mostra os fatores de risco e a forma de resolvê-los. Ao terminar a visita, a ficha é destacada e entregue pelo agente à família, estabelecendo-se um compromisso. Vanessa disse que é importante essa nova forma de agir, em que os papéis ficam bem definidos, ou seja, a unidade de Saúde avalia e informa e o cidadão age em sua casa.Ela destacou a importância do agente, que conhece a família, já tem sua confiança, e sabe o que ela é capaz de fazer por conta própria. Quando for detectada uma situação em que os moradores não poderão resolver sozinhos, é feita uma notificação à Vigilância Ambiental. É hora, então, de entrar em ação o supervisor da Zoonoses, daquela área, marcando uma visita da brigada da dengue. O agente poderá, dependendo do caso, acionar outro setor, como o Departamento de Limpeza Urbana.

Em cena

Ana Alvarenga, produtora do Canal Minas Saúde, e Ana Carolina Soares, assistente de direção, fizeram uma reunião preparatória com Vanessa e três agentes no meio da tarde. Norisney Freire Zaparoli foi a agente escolhida para participar do filme educativo. A produtora disse que a SES enviou a equipe a duas cidades mineiras, que têm ações exemplares: Lagoa Santa e Passos. Em Lagoa Santa a Prefeitura realizou um treinamento dos agentes do PSF, numa ação semelhante à de Passos. Mas aqui o diferencial é a ficha de acompanhamento. O documentário irá apresentar o envolvimento dos agentes do PSF, com “um olhar mais vigilante, que além de seu trabalho rotineiro incorpora ações que sejam exemplares ao projeto Dengue 2011 do Governo do Estado”.

Vanessa disse que, no início, acreditava-se que os agentes fossem encontrar resistência dos usuários, pois a ficha é uma espécie de contrato, em que os moradores têm sua cota de responsabilidade a cumprir. “Bate de frente com o paternalismo tradicional, com uma postura mais passiva dos usuários” – comentou.

Damaris Rodrigues Costa, agente que participou da reunião, comentou que “com a instrução que estamos dando, os vizinhos estão denunciando mais”.  Já o agente Aguimar Teixeira disse que o morador cuidadoso, quando a equipe chega, faz questão de mostrar que cumpriu sua parte e receber um elogio por sua atitude.

A atuação dos agentes tem servido, também, para que os usuários conheçam novos fatores de risco, pouco citados, como canos abertos de antenas parabólicas, bandejas de aparelhos de ar condicionado e de degelo de certos modelos de geladeira.

Jornal dos  lagos

terça-feira, 25 de janeiro de 2011

Em 15 dias ES registrou mais de 1,2 mil casos de dengue


O Espírito Santo registrou um total de 1.294 notificações de dengue entre o dia dois e o dia 15 de janeiro. Neste período foram registrados 23 casos graves da doença (dengue com complicação e dengue hemorrágica). Da primeira semana epidemiológica (02 a 08/01) a segunda (09 a 15/01) houve um aumento de 20 casos - 637 e 657, respectivamente.

Em todo o ano passado houve 40.761 registros de dengue, com 1.829 notificações da forma grave da doença, incluindo 16 óbitos confirmados e quatro em investigação.

Na primeira quinzena de janeiro de 2011 os municípios que registraram maior incidência foram Pinheiros (623,7), Marilandia (162,1), Bom Jesus do Norte (158,2), Colatina (70,7) e Viana (55,4). A incidência calcula a quantidade de casos de uma doença em relação ao número de habitantes.

De acordo com Arline Alves Zardo, gerente do departamento de Vigilância em Saúde do município, a incidência é calculada com base no número de notificaçoes feitas, ou seja, com base no número de casos que o profissional suspeitou que fosse Dengue. Em 2009 com a implantação de uma equipe de vigilância dentro do Pronto Atendimento Municipal, esse número aumentou significativamente, pois, segundo ela, o índice de subnotificação é muito baixo. Isso não significa que estamos com um número elevado de casos positivos.
 
"Em relação ao controle do vetor, trabalhamos sistematicamente no controle da doença e prevençao de epidemia, eliminando e tratando criadouros com o trabalho do Agente de Combate às Endemias realizando visita domiciliar diariamente em todo o município. Além disso, realizamos investigação e intervenção nos casos de denúncias e solicitações da comunidade. Bloqueio de casos com UBV portátil quando necessário", acrescentou.
 
Como se prevenir: 
- Limpar o quintal, jogando fora o que não é utilizado;
- Tirar água dos vasos de plantas;
- Colocar garrafas vazias de cabeça para baixo;
- Tampar tonéis, depósitos de água, caixas d'água e qualquer tipo de recipiente que possa reservar água;
- Manter os quintais bem varridos, eliminando recipientes que possam acumular água, como tampinha de garrafa, folhas, sacolas plásticas, etc.;
- Escovar bem as bordas dos recipientes (vasilha de água e comida de animais, vasos de plantas, tonéis, caixas d'água) e mantê-los sempre limpos.

quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

Combate a Dengue 2011


A primeira morte por dengue no Amazonas em 2011 foi confirmada na tarde de segunda-feira, 17, pelas autoridades de Saúde. Gisélia Ribeiro Bacelar, 61, morreu vítima da doença, acompanhada de choque hipovolêmico, na última quinta-feira, 13.
No entanto, a Secretaria de Estado da Saúde (Susam) afastou a possibilidade de dengue tipo 4 como causa da morte.
Em 2010, o Amazonas registrou 4.182 casos de dengue. Desses, 2.585 ocorreram em 28 cidades do interior, e 1.597 foram registrados em Manaus. Apesar da oscilação do número de casos a cada ano, o Amazonas não registra epidemia desde 2001. Em 2010, dos 28 municípios do interior do Amazonas com registro de transmissão de dengue, sete – Humaitá, Codajás, Coari, Itacoatiara, Tefé, Barcelos e Lábrea – entraram nesta segunda-feira para o grupo de alto risco de epidemia da doença.
Na semana passada o ministro da saúde, Alexandre Padilha, anunciou que dezesseis Estados do País estão sob risco muito alto de enfrentar uma epidemia de dengue neste verão e outros cinco estão sob risco alto. No Amazonas, o risco é muito alto.
Fonte: Estadão




Novo mapa da dengue em Passos mostra situação preocupante nos bairrosPDFImprimirE-mail

    A nova pesquisa de infestação do mosquito da Dengue (LIRAa) realizada em Passos no início do mês de janeiro coloca alguns bairros em nível de alerta. Mesmo com o reforço de combate através de equipes de PSF e de Vigilância Ambiental através de mutirões e outros programas, o Estrato 3 que inclui bairros como Santa Luzia, CanjeranusBela Vista e outras áreas adjacentes apresentaram valores próximos a 5% colocando novamente essas áreas como alto risco de epidemia de dengue. Os principais criadouros do mosquito da Dengue também continuam sendo depósitos simples de fácil manejo como pratos devasos de planta e plantas aquáticas, bebedouros de animais, lixo, entre outros respectivamente. A cultura do veneno e a falta de cuidados com os lares explicam os altos índices de infestação em Passos, segundo a Vigilância Sanitária do município. Prova desse fenômeno é o fato em que a maioria dos focos são encontrados nos lares em pratos de vasos de plantas internos ou externos e bebedouros de animais, como mostra o resultados da pesquisa do último LIRAa (janeiro 2011).

 Mapa da Dengue em Passos
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    A VIGILÂNCIA AMBIENTAL EM SAÚDE SOLICITA PARA QUE TODAS AS PESSOAS EXTERMINEM OS PRATINHOS DE VASOS DE PLANTAS. É DEVER DE TODOS.EVITE PRATOS DE VASOS DE PLANTAS E ESPÉCIES AQUÁTICAS TROCANDO POR PLANTIO DIRETO EM CANTEIROS E JARDINS LEMBRE-SE: A PRESENÇA DE FOCO EM UM PRATINHO OU VASO DE PLANTA ALÉM DE AUMENTAR EM MAIS DE 50% AS CHANCES DE DENGUE PARA A FAMÍLIA PODE AINDA ACARRETAR EM MULTAS PELA VIGILÂNCIA SANITÁRIA.


Locais de maior infestação do mosquito da dengue 


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Fonte: Correio dos lagos





Lei mineira prevê multas para o combate à denguePDFImprimirE-mail

     Minas Gerais tem agora uma norma que estabelece medidas para controle do mosquito da dengue. Foi publicada na edição do Diário Oficial do Estado desta quinta-feira (13/01/11) a Lei 19.482, de 2011, originada do Projeto de Lei 955/2007, de autoria do deputado Vanderlei Jangrossi (PP), aprovado em dezembro pela Assembleia Legislativa de Minas Gerais. A lei estabelece que a pessoa física ou jurídica, pública ou privada, que desenvolva atividade que resulte em acúmulo de material ou em outra condição propícia à proliferação de mosquito transmissor da dengue adotará as medidas para seu controle, estabelecidas pelo órgão competente. Empresas com mais de 50 trabalhadores e área instalada igual ou superior a 500 m² deverão criar Comissões Permanentes de Combate a Focos do Mosquito Transmissor da Dengue.  O descumprimento das orientações e determinações sanitárias do Sistema Único de Saúde (SUS) é considerado infração leve, sujeita a pena de advertência ou multa. A exposição à chuva de material propício à criação de focos do mosquito da dengue é classificada como infração grave, passível de pena educativa e multa. Já a permissão da existência de criadouros do Aedes aegypti , nos estabelecimentos, cuja atividade resulte em material propício à proliferação do mosquito, é definida como infração gravíssima, sujeita a pena educativa e multa. Se for constatado risco para a saúde pública, o local pode ser interditado e ter a autorização de funcionamento suspensa por 30 dias ou cassada.

     As multas, calculadas em Unidade Fiscal do Estado de Minas Gerais (Ufemg), são as mesmas estabelecidas no Código de Saúde do Estado, sob a forma da Lei 13.317, de 1999. Para 2011, uma Ufemg equivale a R$ 2,1813. Nas penas leves, as multas variam de 600 a 21 mil Ufemgs (R$ 1.308,78 a R$ 45.807,30); nas graves, de 21.001 a 60 mil Ufemgs (R$ 45.809,48 a R$ 130.878,00); e nas gravíssimas, de 60.001 a 450 mil Ufemgs (R$ 130.880,18 a R$ 981.585,00).
 
     Além disso, o Estado, em parceria com os municípios, realizará campanha educativa junto às instituições, por meio de visitas periódicas aos imóveis e distribuição de material explicativo sobre a prevenção.

Fonte: Correio dos Lagos

Rótulos e embalagens trarão informações sobre o combate à dengue

Ministério da Saúde convoca população e empresas para o combate à dengue. Foto: Divulgação MS
     Rótulos e embalagens de alimentos e produtos de higiene de empresas que aderirem a campanha Parceiros da Saúde virão com informações sobre o combate à dengue. Em reunião realizada ontem (18/1), em Brasília, o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, convocou empresas e a sociedade a atuarem na prevenção à doença. O governo federal elaborou diversas ações para que as empresas se tornem parceiras do Ministério da Saúde, entre elas a sugestão para que os rótulos chamem atenção da sociedade para o combate à dengue. Empresas como a Unilever, Coca-Cola e Colgate Palmolive já sinalizaram a intenção de aderirem ao programa.
“Os produtos de vocês entram nas casas das pessoas, assim como os serviços, os materiais, as revistas. Queremos uma parceria com vocês para entrar na casa das pessoas e divulgar esse combate”, disse Padilha.
   Encontro teve participação de reresentantes de diversos setores – automóveis, telecomunicações, mídia e mercado editorial, supermercados, construção civil, energia, alimentos, bebidas, mercado financeiro, mineração, produtos de higiene pessoal, companhias aéreas, entre outros (veja lista completa aqui). Elas integram uma rede de 500 parceiros do Ministério da Saúde que são voluntários no apoio às campanhas e ações de saúde pública.
     Padilha destacou a importância dos parceiros, que podem influenciar a vida das pessoas por meio de seus produtos e serviços. “Essa reunião tem uma grande importância para nós e sinaliza que este Ministério está, como sempre esteve, aberto para estabelecer parcerias em diversos temas. Temos pleno reconhecimento da contribuição que vocês vêm dando à saúde pública do país”, afirmou o ministro.
  Todas as peças da campanha do Ministério da Saúde contra a dengue podem ser utilizadas livremente pelos parceiros em suas iniciativas, como eventos promocionais, aplicação em produtos e veículos de comunicação entre clientes, fornecedores e colaboradores – como e-mails, newsletter, publicações, sites e mídias sociais. Clique aqui para obter mais informações.

Fonte: Blog do Planalto