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sábado, 19 de fevereiro de 2011

Belo Horizonte registra 288 notificações da dengue em uma semana

Belo Horizonte registou 288 notificações da dengue em um semana. De acordo com o Boletim da Secretaria Municipal de Saúde, na semana passada a capital registrava 947 notificações da doença, hoje já são 1.235. Desse total, 113 casos foram confirmados, 353 foram descartados e 769 aguardam resultado de exame.

A região Norte apresenta o maior número de casos – 24 confirmações –, seguida pelas regiões do Barreiro e Noroeste, com 11 casos confirmados cada uma.

Na semana passada a Secretaria de Saúde de Minas (SES), confirmou um caso de morte por dengue com complicação, em Januária, no Norte de Minas. Foi informado também que dois pacientes contraíram a forma mais grave do vírus, a febre hemorrágica, e ainda há uma suspeita de óbito por contaminação nessas mesmas condições, que está 
sob investigação.


terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

Agente de saúde falha no combate à dengue em Belo Horizonte

Cada um deles tem que enfrentar uma rotina de vistoria de, no mínimo, 800 imóveis de Belo Horizonte a cada dois meses. Por dia, são cerca de 30. Em oito horas de trabalho, ganhando um salário de R$ 748, cada agente de combate a endemias da capital visita, a pé, sob sol ou chuva, casas, prédios, lojas, hospitais, cemitérios e obras. Sob sua responsabilidade, estão nada menos do que 138 quarteirões. O peso que carregam vai além do material necessário para o trabalho. A carga mais pesada é o desafio de corresponder às cobranças das autoridades e população: conter o avanço da dengue antes de a doença explodir na cidade. Com tempo curto para bater todas as metas e combater uma ameaça que se recusa a recuar, uma das principais peças nos jogos de guerra contra o mosquito vem cometendo erros que podem comprometer o programa de combate à doença, que apenas este ano investirá R$ 25 milhões, segundo a Prefeitura de BH.

Como resultado de um trabalho corrido, cansativo e, muitas vezes, pouco valorizado, a negligência nas vistorias do dia a dia se torna tão ameaçadora quanto a capacidade que tem o Aedes aegypti de contaminar. O resultado dessas falhas aparece nas planilhas de vítimas do mosquito. Já são, nas primeiras seis semanas do ano, 71 casos confirmados da doença em BH e quase mil pessoas com suspeita de terem sido infectadas. Enquanto o mosquito está no centro do tabuleiro desse jogo, agentes ignoram tarefas consideradas essenciais para essa batalha que já dura pelo menos 20 anos e vem sendo perdida pela população brasileira.

Nas visitas de casa em casa, ação que é considerada fundamental para enfrentar a ameaça de epidemia, há informações equivocadas ou que simplesmente não são repassadas aos cidadãos. As caixas-d’água, apontadas como reservatórios com maior potencial para o desenvolvimento de larvas, muitas vezes são negligenciadas na vistoria, por puro esquecimento. “Por causa de muitos fatores, o trabalho tem mais pressa do que qualidade”, reconhece o diretor do Sindicato dos Trabalhadores da Prefeitura de BH e agente de combate a endemias da Regional Noroeste, Raimundo Fonseca.

Depois de conversar com especialistas da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), da Fiocruz Minas e da Sociedade Mineira de Infectologia para levantar detalhes essenciais para uma vistoria de combate à dengue bem feita, a equipe do Estado de Minas foi a campo na semana passada e acompanhou por dois dias, em turnos alternados, o trabalho de agentes na capital. A Secretaria Municipal de Saúde indicou o acompanhamento de fiscalizações nas regiões Centro-Sul e de Venda Nova, em bairros onde o Levantamento do Índice Rápido do Aedes aegypti (Liraa) está acima de 1% – limite considerado aceitável pelo Ministério da Saúde.



O trabalho revelou uma série de falhas, em parte reconhecidas pela própria prefeitura. Nos dois dias de pesquisa, foram 15 imóveis vistoriados na presença da equipe de reportagem, sendo sete na Região Centro-Sul e oito em Venda Nova. O que mais chamou a atenção foi que, nas vistorias em prédios, poucos foram os moradores ou porteiros que acompanharam o trabalho do agente. Em dois edifícios, um síndico e uma faxineira foram as companhias por algum tempo. Mesmo assim, não foram alertados sobre os riscos encontrados. Em uma das vistorias, apenas sete minutos foram suficientes para fiscalizar garagem, salão de festas e área externa da edificação.

Em casas visitadas, moradores foram questionados sobre a existêcia de pratos em vasos de planta. A resposta negativa foi o bastante para que os recipientes não fossem observados. Em um prédio no Bairro de Lourdes, na Região Centro-Sul, o síndico Enoch Reis, preocupado, contou à equipe de fiscalização que no 13º andar do edifício foi verificada a presença de mosquitos. Recebeu como resposta o argumento de que o Aedes aegypti “só voa três metros”, por isso não haveria risco, motivo pelo qual as equipes não fiscalizam apartamentos. Informação errada, dizem especialistas.

Prédios

De acordo com a médica Silvia Hess, primeira-secretária da Sociedade Mineira de Infectologia, os apartamentos podem, sim, ter focos do transmissor da dengue. “Há estudos que dizem que a fêmea do Aedes aegypti pode voar até 1,2 mil metros de altura. Os insetos podem, pelo cheiro das roupas das pessoas, acompanhá-las em elevadores ou escadas”, alerta.

A PBH se defende, dizendo que a recomendação é de que trabalhadores façam suas vistorias até o primeiro andar dos edifícios. “A potencialidade do vetor em outros andares é mínima”, argumenta o secretário-adjunto da Saúde municipal, Fabiano Pimenta. Segundo ele, um inquérito sorológico com dados de 2000 apontou que o risco de moradores de casas adoecerem por dengue é três vezes maior do que aqueles que vivem em prédios. “Em 2005, em parceria com o Programa Nacional de Controle da Dengue, definimos essa estratégia operacional”, diz. Mas, quando se pergunta a um dos agentes de combate a endemias o motivo do avanço do vírus na Regional Centro-Sul, a resposta é rápida e clara: “Nesses lugares, o que predomina são prédios e somos proibidos de ir aos apartamentos.”



Fonte: Estado de Minas

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

Ministério Publico recomenda ao município do Rio que intensifique combate à dengue

Rio de Janeiro - O Ministério Público (MP) do Rio entregou à prefeitura da capital recomendação no sentido de que os órgãos públicos intensifiquem o combate ao mosquito da dengue, exercendo o seu poder de polícia. Segundo o MP, eles devem ter acesso aos imóveis abandonados ou fechados de modo a evitar uma nova epidemia de dengue. 
De acordo com a Secretaria Estadual de Saúde, no mês de janeiro o número de casos de dengue no estado dobrou em comparação ao mesmo período de 2010. No ano passado, foram notificados 1.447 casos, enquanto que em 2011, 3.069.
Com o objetivo de acompanhar as ações de combate à dengue no Rio, a Promotoria de Justiça de Tutela Coletiva de Saúde se reuniu com representantes da Secretaria Municipal de saúde e Defesa Civil e outros órgãos, como a Secretaria Especial de Ordem Publica e a Companhia Municipal de Limpeza Urbana (Comlurb).
A preocupação com a possibilidade de uma epidemia de dengue no estado fará com que as secretarias municipal e estadual de Saúde apresentem, em audiência pública no próximo dia 21, as ações desenvolvidas tanto para o atendimento à população infectada quanto para o combate ao mosquito Aedes aegypti. 
Nesta terça-feira (8) foi registrado o primeiro caso de morte por dengue de 2011: uma menina de 9 anos, moradora de Itaboraí, que estava internada no Hospital Santa Cruz, em Niterói, desde 26 de dezembro do ano passado. Como o diagnóstico da dengue foi notificado em 31 de dezembro, o caso fará parte da estatística de óbitos causados pela doença relativa a 2010.
No município do Rio, foram confirmados até agora 1.107 casos da doença, dos quais 948 foram registrados em fevereiro. Em janeiro e fevereiro do ano passado, foram notificados, respectivamente, 113 e 176 casos. No ano inteiro, foram 3.120 casos.
Sobre a possibilidade de uma nova epidemia no Rio, o coordenador de Operações contra a Dengue do município, Marcos Ferreira, disse que o aumento nestes primeiros meses do ano já era esperado, mas que a situação está sob controle.
“Nós já esperávamos um aumento no número de casos de dengue em razão da reintrodução do vírus 1, além de ser verão, estação propícia à maior incidência do vírus. Por enquanto, a situação está sobre controle, mas nada que evite o nosso estado de alerta. Ainda há também a possibilidade da introdução da dengue do tipo 4, que não foi detectada no estado, o que pode dificultar o controle da doença e de uma possível epidemia”.   
O coordenador alertou para os riscos causados pela reintrodução do vírus do tipo 1. Ele explicou que quem tem 24 anos ou menos está mais susceptível ao vírus, uma vez que ainda não contraiu esse tipo do Aedes aegypti.
Jornal do Brasil
Ação do PSF de Passos contra a dengue é exemplo para Governo Mineiro


vanessa_queiroz_com_equipeA Secretaria de Estado da Saúde – SES – vai usar como exemplo para toda Minas Gerais uma ação que foi implementada pela Prefeitura de Passos, desde o ano passado, em que os agentes comunitários de Saúde do PSF foram envolvidos no combate à dengue. Uma equipe do canal Minas Saúde, da SES chegou na quarta-feira, 9, e permanece até sexta-feira, 11, em Passos, para captar imagens e produzir um filme e que será exibido em teleaulas para treinamento, em todo o Estado. Vanessa Queiroz, coordenadora do Programa de Saúde da Família, explicou que a Secretaria Municipal de Saúde apresentou em Uberaba, em 2010, a experiência da Prefeitura de Passos na implantação de uma “ficha de acompanhamento da dengue pelo agente comunitário de saúde”. O diretor de Atenção Básica da SES, Vagner Fulgêncio, gostou da ação inovadora e, por sua indicação, ela agora fará parte do Plano de Enfrentamento da Dengue, do Governo do Estado, através desse filme educativo, utilizado no Programa de Educação Permanente à Distância, direcionado voltado ao pessoal de Saúde. O elemento inovador criado pela Secretaria Municipal de Saúde, a ficha de acompanhamento, foi implantado no meio do ano passado, e levou em conta alguns aspectos do Plano Diretor da Saúde no Estado, como a valorização do perfil da família, as medidas que essa família têm condições de adotar por sua própria conta para enfrentar o problema, o reconhecimento dos fatores de risco da dengue (16 ao todo). Conforme Vanessa, a ficha é interativa e mostra os fatores de risco e a forma de resolvê-los. Ao terminar a visita, a ficha é destacada e entregue pelo agente à família, estabelecendo-se um compromisso. Vanessa disse que é importante essa nova forma de agir, em que os papéis ficam bem definidos, ou seja, a unidade de Saúde avalia e informa e o cidadão age em sua casa.Ela destacou a importância do agente, que conhece a família, já tem sua confiança, e sabe o que ela é capaz de fazer por conta própria. Quando for detectada uma situação em que os moradores não poderão resolver sozinhos, é feita uma notificação à Vigilância Ambiental. É hora, então, de entrar em ação o supervisor da Zoonoses, daquela área, marcando uma visita da brigada da dengue. O agente poderá, dependendo do caso, acionar outro setor, como o Departamento de Limpeza Urbana.

Em cena

Ana Alvarenga, produtora do Canal Minas Saúde, e Ana Carolina Soares, assistente de direção, fizeram uma reunião preparatória com Vanessa e três agentes no meio da tarde. Norisney Freire Zaparoli foi a agente escolhida para participar do filme educativo. A produtora disse que a SES enviou a equipe a duas cidades mineiras, que têm ações exemplares: Lagoa Santa e Passos. Em Lagoa Santa a Prefeitura realizou um treinamento dos agentes do PSF, numa ação semelhante à de Passos. Mas aqui o diferencial é a ficha de acompanhamento. O documentário irá apresentar o envolvimento dos agentes do PSF, com “um olhar mais vigilante, que além de seu trabalho rotineiro incorpora ações que sejam exemplares ao projeto Dengue 2011 do Governo do Estado”.

Vanessa disse que, no início, acreditava-se que os agentes fossem encontrar resistência dos usuários, pois a ficha é uma espécie de contrato, em que os moradores têm sua cota de responsabilidade a cumprir. “Bate de frente com o paternalismo tradicional, com uma postura mais passiva dos usuários” – comentou.

Damaris Rodrigues Costa, agente que participou da reunião, comentou que “com a instrução que estamos dando, os vizinhos estão denunciando mais”.  Já o agente Aguimar Teixeira disse que o morador cuidadoso, quando a equipe chega, faz questão de mostrar que cumpriu sua parte e receber um elogio por sua atitude.

A atuação dos agentes tem servido, também, para que os usuários conheçam novos fatores de risco, pouco citados, como canos abertos de antenas parabólicas, bandejas de aparelhos de ar condicionado e de degelo de certos modelos de geladeira.

Jornal dos  lagos

quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

Combate em Minas Gerais 2011

Força Tarefa chega a Uberlândia


     A ForçaTarefa criada pelo Governo de Minas em novembro do ano passado para atuar no combate à dengue chegou hoje (18) a Uberlândia depois de percorrer 14 cidades mineiras com alto grau de infestação pelo mosquito Aedes aegipty, transmissor da dengue. (Betim, Juiz de Fora, Vespasiano, Santa Luzia, Ribeirão das Neves, Belo Horizonte, Ibirité, Sabará, Divinópolis, Contagem, Caetanópolis, Sete Lagoas, Governador Valadares e Teófilo Otoni). Na cidade do Triangulo a ação chamada “bloqueio” teve início no bairro Luizote de Freitas, zona oeste. O trabalho vai até o dia 27 e conta com o apoio de 54 agentes da Secretaria de Estado de Saúde (SSE), quatro mobilizadores, 15 supervisores, três ônibus, vinte bombas costais, seis veículos de apoio e outros 30 agentes municipais. As atividades acontecem simultaneamente em Ituiutaba, Mutum e Itambacuri.

De acordo com o diretor da Gerência Regional de Saúde (GRS), Daltro Catani, a Força Tarefa é necessária, uma vez que a expectativa de notificação da doença para 2011 é de 500 mil casos em todo o estado, o dobro do registrado no ano passado. “Os casos aumentam ano a ano. Para revertemos esse quadro se faz necessário o trabalho do poder público e principalmente da população. É preciso que todos entendam que a dengue é uma doença que mata. Por isso a secretaria usa o conceito ‘Agora é Guerra’ para atingir e sensibilizar as pessoas”, disse Catani.

     Em Uberlândia, o índice de infestação do mosquito transmissor da dengue é de 3%, três vezes maior que o recomendado pela Organização Mundial de Saúde (OMS).  Para o coordenador do programa municipal de controle e combate a dengue, José Humberto Arruda, o número é preocupante. “Eliminamos cerca de 180 focos da larva a cada dia. A maioria desses depósitos, cerca de 87%, está dentro das residências. Por isso é preciso que os moradores se mexam e eliminem os focos do mosquito”.

Luizote de Freitas recebeu a equipe

     O bairro Luizote de Freitas, zona oeste de Uberlandia, foi o primeiro a receber a equipe da Força Tarefa de combate à dengue, criada há dois meses pelo Governo de Minas. Anteontem, foi notificado um caso da doença na região. A dona de casa Kenia Greice Rosa, aprovou a iniciativa. “Temos agora que fazer a nossa parte e deixar o quintal sem possíveis criadouros”.

     A definição do trajeto durante os 10 dias de permanência da equipe em Uberlândia será feito com antecedência de doze horas por representantes da secretaria municipal de saúde.  “Temos que atuar imediatamente nos bairros que apresentarem casos suspeitos. Se esperarmos a confirmação da doença ela já terá se propagado e poderá ter feito novas vítimas”, disse José Humberto Arruda, coordenador do programa municipal de controle e combate a dengue.

Próximos locais do dengômetro

     Nos dias 21, 22 e 23 (sexta, sábado e domingo), das 8h às 14h, será instalado na rua Coronel Antonio Alves , esquina com a Pio XII, no bairro Lagoinha, o Dengue Móvel. No local poderão ser feitas trocas de pneus, garrafas pets e latas por materiais escolares. A ação faz parte das atividades da Força Tarefa para diminuir a incidência do mosquito Aedes aegipty em Uberlândia. No mesmo local estará o dengômetro (estande utilizado como espaço de convivência, onde a população terá acesso a diversos materiais de divulgação como panfletos, exibição de vídeos e adesivos). A região foi escolhida em função do Levantamento Rápido de Infestação para o Aedes aegypti (LIRAa)que no mês de janeiro foi de 14,3%, enquanto no município foi registrado índice de 3%.

Fonte: Correio de Uberlandia




Governo de Minas Gerais realiza ações de combate a dengue

     A gravidade da expansão da Dengue em Minas Gerais fez com que o Governo Estadual a estruturar o Programa Estadual de Enfrentamento Permanente da Dengue, lançado em 17/11/2010. Em 2009, mais de 83 mil casos da doença foram notificados em Minas, uma curva ascendente que se manteve em 2010. Até o momento, são aproximadamente 250 mil casos, o que levou o Ministério da Saúde a classificar Minas Gerais como Estado “de alto risco para transmissão de Dengue”.  É grande a possibilidade de uma epidemia em 2011.
Entender o desafio da Dengue como um estado de permanente enfrentamento é justificado pelos dados estatísticos que confirmam a primordialidade de levar o cidadão a assumir uma atitude de adesão e de cooperação ao movimento deflagrado neste Estado.
    Contudo, verificou-se a necessidade de que as ações que fundamentam o Programa sejam sistematicamente renovadas e é por essa razão que a Secretaria de Estado de Saúde promoverá no dia 20/01/2011, o lançamento do site www.guerracontradengue.com.br e o relançamento da ferramenta digital Dengue Ville, aplicativo instalado no Orkut
.
Fonte: Ascom Governo de Minas Gerais

Minas Gerais ganha nova aliada na campanha de combate à dengue

     Na esteira de importantes parcerias já firmadas, chegou a vez da Claro, empresa de telefonia móvel, se unir aoGoverno de Minas no combate à dengue. O diretor regional da Claro, Ricardo César de Oliveira, se reuniu, na semana passada com osecretário de Estado de Saúde, Antônio Jorge de Souza Marques, para confirmar a participação da empresa em várias ações consideradas estratégicas na campanha “Agora é guerra. Todos contra a dengue”.
     A parceria inclui ações com enfoque nos clientes e funcionários da operadora. Entre elas a veiculação de curtas-metragens com informações sobre prevenção e combate à Dengue nos aparelhos de televisão instalados nos pontos de venda da rede; inserção do conceito da campanha “Agora é Guerra – Todos contra a Dengue” nas peças promocionais da empresa; e divulgação da campanha em formato SMS e torpedos de voz para os clientes da Claro, o que deve levar a mensagem contra a doença a cerca de três milhões de pessoas.
    Outra ação prevista é a inserção do conceito da campanha contra a dengue nas mídias sociais em que a Claro está presente (Youtube, Facebook, Twitter e blog). Além disso, a Claro vai doar celulares a serem distribuídos como premiação nas ações promocionais que a Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG) desenvolver.
     O secretário Antônio Jorge destacou a importância dessas parcerias ao lembrar o número expressivo de usuários e cooperados que serão novos multiplicadores na eliminação de focos do mosquito. “O cidadão sabe o que fazer. Precisamos agora mobilizá-lo. Para isso, as parcerias com a iniciativa privada, com associações de classe, com grupos empresariais e sociais são fundamentais”, salientou o secretário.
     A criação desta rede de mobilização de parceiros é uma das ações mais representativas do Programa Estadual de Controle Permanente da Dengue, lançada em novembro de 2010, pelo governador Antonio Anastasia. Tendo como principal alvo os municípios avaliados como críticos pela Subsecretaria de Vigilância Epidemiológica, a campanha é um esforço para evitar a proliferação de focos do mosquito Aedes aegypti e o consequente crescimento de vítimas da doença no Estado.
     Nesses municípios, a SES-MG, em parceria com as prefeituras, trabalha com equipes de mobilizadores sociais, que preparam a população para a chegada da Força Tarefa.
Ações
     A Força Tarefa, formada por agentes da SES, das prefeituras e por soldados do Exército e da Aeronáutica, atua nos municípios mineiros com maior incidência da dengue, permanecendo em cada cidade por 15 dias. Por meio dessa ação, há uma varredura nas áreas consideradas de risco, com eliminação dos focos do mosquito. Nos pontos de maior circulação de pessoas é montado um Dengômetro, área de convívio social onde as pessoas têm acesso a todo tipo de informação sobre prevenção, sintomas e tratamento da doença.
     Caminhões que integram a Força Tarefa foram transformados em Dengue Móvel e circulam pelas cidades, obedecendo a roteiros previamente definidos pelas prefeituras, trocando pneus, garrafas pet e latas por material escolar (cadernos, borrachas e lápis).
     Equipes de mobilização social, sempre com o apoio das prefeituras, antes do início das ações, preparam os moradores para receberem a Força Tarefa. Os mobilizadores também estimulam a população a visitar o Dengômetro e a limpar as suas casas e quintais e a trocar o lixo reciclável por material escolar no Dengue Móvel.
    Outra ação do Governo de Minas é a realização de oficinas de mobilização social nos municípios que recebem a Força Tarefa. A proposta das oficinas é qualificar lideranças ligadas a empresas, comércio, sindicatos, igrejas, clubes de serviço, ONGs, escolas, associações de bairros para que se tornem multiplicadores de ações de eliminação dos focos do mosquito Aedes aegipyti e mostrem a importância da participação ativa de cada um e de todos no controle da dengue.


Fonte: www.


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